Astrociência - Astrólogo Paulo Randow

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Nascimento da Astrologia

 

O NASCIMENTO DA ASTROLOGIA INSERIDA NA RELIGIÃO DO POVO CALDEU

 

Pesquisas arqueológicas realizadas na Índia levaram à descoberta de fragmentos ósseos, datados de aproximadamente 23 mil anos, contendo marcas semelhantes a tabelas planetárias. Acredita-se então, que os povos antigos perceberam uma relação entre o comportamento humano e o movimento cíclico dos astros.

Foi na Mesopotâmia que a Astrologia se desenvolveu de uma forma mais sistemática. Os Caldeus, os Babilônicos, os Sumérios, os Assírios e os Persas, foram os povos que mais contribuíram para o surgimento da Astrologia.

A região da Mesopotâmia possuía extensas planícies, permitindo uma perfeita observação do céu.

Por volta de 5.000 anos antes de Cristo os Sumérios se instalaram na Mesopotâmia. Nesse tempo eles já desenvolviam sua escrita, chamada cuneiforme, devido os caracteres serem em forma de cunha, em baixo relevo, utilizando madeira ou lâminas de pedra para escreverem. É considerada a escrita mais antiga que se conhece. Eles construíam torres altas, que serviam de celeiro de alimentos, templo religioso e observatório astronômico. Nessa época a ciência não existia como hoje, e a religião absorvia a função de ampliar o conhecimento dos povos.

Quando os Hititas, os Persas e os Acádios, invadiram a Suméria próximo de 3 mil antes de Cristo, os conhecimentos adquiridos pelos Sumérios se espalharam através dos povos conquistadores que adotaram suas técnicas. A Babilônia foi se transformando na grande capital do Oriente Médio influenciando todas as regiões vizinhas.

Quando o Assurbanípal assumiu o poder, no século VIII antes de Cristo, mandou construir uma grande biblioteca na cidade de Nínive, onde agrupou numerosas obras de Astrologia. A influência da Astrologia foi tão grande que exigiu nesse tempo, cálculos cada vez mais precisos, pois a Astrologia começou a se dedicar ao indivíduo e não somente à coletividade. O registro de mapa astrológico individual mais antigo é do rei Sargão I da Babilônia, datado de 2.350 AC.

A dedicação ao estudo do céu era tão grande, que no século IV antes de Cristo o astrônomo caldeu Kidinnu calculou a duração do ciclo da Lua como sendo de 29 dias, 12 horas, 44 minutos, 3 segundos e 3 décimos de segundo. A medição moderna só corrige o valor de Kidinnu nos segundos, estabelecendo 2 segundos e 87 centésimos de segundo, portanto 43 centésimos de segundo a menos do que calculou o caldeu a 2.400 anos atrás.

Quando o império Persa foi conquistado por Alexandre o Grande da Macedônia, o pensamento babilônico deu lugar ao pensamento grego, porém muito do que transmitiu ao mundo Sócrates, Platão e Aristóteles, tinha relação com o conhecimento desenvolvido pelos Sumérios. Por exemplo: A idéia de que havia uma organização única, e que tudo se interligava regidos por uma lei universal.

Pitágoras afirmava que a terra era esférica e que a matemática possuía uma relação mística com as coisas, desenvolvendo a ciência da Numerologia, onde cada símbolo sonoro estava associado a um número que representava uma essência. Sua filosofia influenciou Platão e Aristóteles, que defendiam que todo acontecimento e fenômenos terrestres estavam ligados ao movimento celeste.

Por volta de 640 a.C. Berosus, um sacerdote caldeu, mudou-se para a Grécia, onde propagou a Astrologia num texto chamado "Babiloníaca". Fundou também uma escola na ilha de Cós onde ensinava sobre a interpretação do céu.

O Astrônomo Hiparco descobriu a precessão dos equinócios, mostrando que a cada ano o céu mudava de posição, e que a cada 2.000 anos aproximadamente o equinócio da primavera atrasava 30 graus, mudando de signo, estabelecendo ai a noção de Era Astrológica.

Nessa época a Astrologia chegou a Roma, iniciando um período de ascensão desta ciência no Ocidente, levando ao aperfeiçoamento das regras de interpretação do mapa individual. Em 80 a.C. os gregos observaram a importância de incluir o signo que surgia no horizonte no momento do nascimento de uma pessoa, dando o nome de Ascendente. A partir deste momento foi incluído na Astrologia a noção de casas astrológicas, dividindo-se o céu em doze partes iniciando no ascendente. Estabeleceram a influência de cada planeta e qual o signo de seu domínio, neste tempo só conheciam 7 astros móveis.

A Astrologia desenvolvida no Egito tinha muitas características da Astrologia dos sumérios, a diferença maior estava no signo de Escorpião que era simbolizado por uma Águia. Fala Ezequiel no Velho Testamento, da Bíblia, no primeiro capítulo de seu livro, que teve a visão de Deus. Os céus se abriram e surgiram rodas cor de âmbar do meio do fogo, e nessas rodas apareciam a figura de 4 animais.

Diz Ezequiel no versículo 10: "E a semelhança de seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham rosto de Leão; e à mão esquerda tinham rosto de Boi; e também rosto de águia todos os quatro".

Notamos neste texto a presença dos 4 signos fixos do Zodíaco, se substituirmos o signo de Escorpião pelo signo egípcio da Águia: Touro, Leão, Escorpião e Aquário.

Quando Alexandre chegou ao Egito, o faraó entregou-lhe o poder para que não houvesse luta, influenciado pela fama de que o conquistador preservava a cultura e a religião dos povos conquistados. Esta conduta se deve aos ensinamentos de Aristóteles, que lhe ensinou a importância das ciências e da cultura dos povos. Assim a Astrologia do Egito e da Suméria se fundiram.

Quando Alexandre morreu, os generais de seu exército dividiram os territórios conquistados e o general Ptolomeu assumiu o Egito se instalando em Alexandria, cidade que veio a se tornar o berço do conhecimento ocidental, transportando a cultura dos Sumérios para os diversos povos ocidentais.

Textos atribuídos a Hermes Trimegisto, um pensador desconhecido, afirmavam: "O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima, para cumprir os milagres de uma só coisa". A ele é atribuído a relação entre os signos e as partes do corpo humano.

Os filósofos gregos acreditavam que os elementos, fogo, ar, terra e água, seriam a base divina da organização das coisas. Cada signo é associado a um desses elementos.

Com a conquista da Grécia pelos Romanos, a Astrologia chegou ao auge em Roma entre os mais altos políticos, como Augusto, Tibério e os primeiros Césares. E a influência dos astrólogos sobre os nobres gerou ciúmes entre os intelectuais que iniciaram uma campanha contra a Astrologia.

A Igreja assume esta campanha que culminou em 1666, quando o 1o Ministro da França ordenou que retirasse das academias francesas o estudo da Astrologia.

Somente nas últimas décadas este conhecimento emergiu do esquecimento, favorecido principalmente pelos equipamentos que aceleraram os inúmeros e complexos cálculos, necessários ao estabelecimento do tema natal de um indivíduo ou momento histórico, também chamado "Mapa Astrológico", que é o desenho do céu de um momento e lugar, indicando a posição de cada astro móvel, o horizonte e os ângulos entre cada um deles.

 

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         Veja relatório da UnB.
Matéria do Globo Repórter 25/06/2009

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